A partir deste momento era só felicidade, até que no dia 21/06/2006, levamos a Daniela a sua primeira visita à pediatra para uma visita de praxe e devido a termos reparado que ela sentia dores um pouco abaixo do abdomem, e, ao examiná-la a pediatra constatou que a Dani tinha hérnia inguinal. Até então nada havia sido falado sobre o coração, nenhum médico diagnosticou nada de diferente; fomos para casa e eu fiquei bastante assustado pelo diagnóstico da hérnia, mas minha esposa procurou me tranquilizar dizendo que na sua família haviam pessoas que tiveram hérnia, e nem chegaram a operar.
No dia 23/06/2006 fomos a outro pediatra e para nosso espanto, nada foi diagnosticado, nem a hérnia inguinal e muito menos em sopro no coração.
No dia 11/07/2006 voltamos ao pediatra e o mesmo diagnosticou um sopro muito forte no coração, e, solicitou que procurássemos um cardiologista infantil para uma melhor avaliação.
Naquele mesmo dia, fim de tarde, céu nublado, escuro, tarde feia mesmo, nos dirigimos a uma clínica e o pédiatra responsável diagnosticou a hérnia inguinal, e, solicitou exame de risco cirúrgico, hemograma completo e cardiológico. Voltamos para casa com mais dúvidas ainda, perdidos, chorosos, mas, um dando força ao outro.

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